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ARTIGOS

06/05/2013  O DISTRIBUIDOR DE PAPEL NA ATUALIDADE

Os distribuidores de papel no Brasil, basicamente, comercializam, em sua grande maioria, papéis de imprimir e escrever e, devido à grande oferta desses produtos, investem no atendimento diferenciado e na rapidez da entrega dos produtos. Essas medidas são importantes nesse mercado competitivo e só assim se consegue a fidelização do cliente. Além disso, a qualidade dos produtos também é diferencial indispensável nessa empreitada.

Novos produtos sempre surgem na linha de imprimir e escrever, principalmente nos papéis especiais, com novas cores e gramaturas, que oferecem muitas opções para o mercado promocional.

Apesar das campanhas contra o uso de papel, os volumes de venda não estão caindo e as perspectivas para 2013, com todas dificuldades na economia, são de crescimento. Se a campanha que várias Associações promoverão para mostrar que o papel não é vilão, for bem executada, os números deverão surpreender positivamente.

Os distribuidores de papel poderiam estar bem melhor se o Governo não tomasse medidas para proteger o produtor nacional. O aumento do imposto de importação de 14 para 25% é uma medida que só fomentou o aumento do desvio de finalidade do papel imune e não resolveu o problema do fabricante nacional.

Aliás, o combate ao desvio deve ser incentivado e buscado com determinação, porém, que o fabricante brasileiro não se iluda, o problema é de competitividade e não de desvio. Os números pouco expressivos apresentados nos últimos anos pelas empresas nacionais, devem-se aos preços mais competitivos do produto estrangeiro. Desvio de finalidade só afeta o setor gráfico e os distribuidores que revendem papéis comerciais. Fabricantes e Distribuidores especializados em papel imune não sofrem nenhuma concorrência desleal em decorrência do desvio.

Esse dogma de que o importado é o vilão não procede. Se, por exemplo, o preço do papel cuchê nacional for de R$2.500,00 a tonelada e o importado R$2.700,00, não se ouvirá mais falar de desvio de finalidade. Como a situação hoje é inversa, fica claro que o problema é competitividade, ou será culpa do tomate?


Vicente Amato Sobrinho


 

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